Sexta-feira , Janeiro 31, 2003
Quer jantar comigo?
Um jantar à moda antiga aqui.
Posted at 16:08 by spectorama ::
Silêncio
Existe algo de errado quando não tenho vontade de comprar discos. E esta inércia vem se alongando há quase três semanas. O pior não é não comprar, é não se empolgar com nada. Estava esperando muito pelo novo álbum do Badly Drawn Boy até que ele chegou em casa para a Sylvie resenhar. Até fico triste em dizer isso, mas as músicas são muito fracas. Está longe de seus dois primeiros trabalhos. E então reviro a internet, bagunço as lojas de discos, mas nada me emociona. Gostei do novo Massive Attack, mas sei que só irei prestar atenção em todos os detalhes somente quando o disco, com caixa e tudo, estiver nas minhas mãos. Não levava fé nos Libertines. Aí consegui uma cópia do CD e, bem, é muito bom. Só que não é suficiente para me empolgar. E não é só com o rock. Eu até queria comprar mais discos de jazz. Mas sinto que os meus amiguinhos não precisam de companheiros por enquanto.
E o mais estranho é que não sei se isso é bom ou ruim.
P.S.: A única coisa que me empolgou no último mês foi uma demo que ouvi de uma banda paulista chamada Daniel Belleza & Os Rastapuppets. Geralmente não gosto de música com letras engraçadas. Mas o espírito punk rock pop bem humorado do cara me conquistou na hora. E tem a canção Vaca, com o refrão mais bizarro que já ouvi em minha vida: se você gostar de leite, serei uma vaca pra você, yeah yeah yeah, I'll be a cow for you. Recomendo.
Posted at 14:10 by spectorama ::
Quinta-feira, Janeiro 30, 2003
Velvet morning
Existem discos que só poderiam ter sido feitos na Inglaterra.
Urban Hymns do The Verve é um deles.
1997 definitivamente foi um ano muito bom para o rock britânico.
Posted at 11:05 by spectorama ::
Sempre é bom lembrar
Não tenho muito tempo para escrever, mas estou colocando sempre fotos novas no photoblog. Hoje tem até o Rio de Janeiro.
Posted at 09:59 by spectorama ::
Um, dois, três
E então, de repente, assim do nada, os comentários do spectorama aprenderam a contar.
Posted at 09:49 by spectorama ::
Quarta-feira, Janeiro 29, 2003
I wanna be sedated
Estou aqui ouvindo algumas músicas do mais novo tributo aos Ramones. Tem de Kiss a U2, de Offspring a Pete Yorn. O fato é que só agora me dei conta: os vocais do saudoso Joey Ramone são insuperáveis. Deveria existir uma lei que dissesse que só ele pode cantar uma música dos Ramones.
Aproveito para corrigir um erro. Esqueci de dizer que um dos grandes álbuns do ano passado foi o seu Don't Worry About Me. Fiquei emocionado quando ouvi o disco. Isso que é amor ao rock'n'roll. Um amor até a morte.
Posted at 01:34 by spectorama ::
Jornada de trabalho de 24 horas
Um dia a minha vida volta ao normal.
Não sei quando.
Mas volta.
Posted at 00:44 by spectorama ::
Daqui a pouco encontramos andróides
Somos personagens de Blade Runner e nem sabíamos.
Vou vestir um sobretudo, fazer origami e fugir de mulheres parecidas com a Sean Young.
Posted at 00:42 by spectorama ::
Segunda-feira, Janeiro 27, 2003
Onde diabos está o verão?
Atenção: seqüestraram o meu verão.
Qualquer notícia dele, por favor me avise.
Posted at 09:26 by spectorama ::
Sexta-feira , Janeiro 24, 2003
Inside of love
Hoje o dia não tem posts.
Porque o dia é dela.
Posted at 12:33 by spectorama ::
Quinta-feira, Janeiro 23, 2003
Viewfinder
Às vezes eu fico bem feliz com as fotos que tiro.
Posted at 15:16 by spectorama ::
Observação inútil
Os últimos minutos da música The Zephyr Song dos Red Hot Chilli Peppers são de chorar.
O que é aquela guitarra?
O que são aqueles vocais?
Bom, muito bom.
Posted at 12:35 by spectorama ::
São Paulo e o seu clima obtuso
Os anos estão passando cada vez mais rápido.
2003 mal começou e já estamos no outono.
Posted at 12:31 by spectorama ::
Quarta-feira, Janeiro 22, 2003
24 hours
Agora, neste exato momento, estou completando 24 horas sem dormir.
Pelo menos coloquei no photoblog as minhas primeiras experiências em preto e branco.
Sei que uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Mas, pô, trabalhei a noite toda.
Posted at 09:28 by spectorama ::
Terça-feira, Janeiro 21, 2003
Zwan
Nunca fui muito fã de Smashing Pumpkins.
Mas a nova banda do Billy Corgan é responsável pelo primeiro grande álbum de 2003.
Zwan é rock para deixar a gente mais feliz.
E felicidade é algo que não se encontra em qualquer esquina hoje em dia.
Muito menos em bandas de rock.
Posted at 12:15 by spectorama ::
Aqui e acolá
Só para avisar: sempre que passar por aqui, passe por lá também.
Posted at 10:44 by spectorama ::
Segunda-feira, Janeiro 20, 2003
Sobre o photoblog
Dizem que todo japonês adora fotografia. Tentei ser uma exceção durante um bom tempo, mas a paixão pela imagem é algo que sempre me perseguiu. Até porque sempre tratei os meus textos como pequenos snapshots do cotidiano.
A primeira câmera de verdade que comprei foi uma Canon EOS 500 em 1995. É uma SLR semi-profissional, que, quando usada no modo automático, deixa as suas imagens sempre boas. Foi a primeira aquisição que fiz durante os meus dois meses e meio de mochila pela Europa. Apesar de ter sido uma boa companheira durante algum tempo da minha vida, perdi todo o interesse quando voltei a viajar novamente. Sentia falta de uma câmera menor, mais compacta, que pudesse me deixar mais livre. Foi então que decidi vendê-la para comprar uma Canon Elph, que utiliza o sistema APS, ou advantix. O ano era 1997, e estes modelos ainda eram muito caros no Brasil. Por isso, acabei desistindo da idéia. No entanto, a Canon EOS 500 já havia sido vendida. E eu fiquei sem nenhuma câmera.
Desde que comecei a namorar a Sylvie o meu interesse por fotografia voltou a crescer. Ela é uma ótima fotógrafa de shows, e adora montar álbuns com os seus registros roqueiros e pessoais. E no ano passado, enquanto lia o blog da Lillian, descobri a lomografia. Imediatamente encomendei uma Lomo CyberSampler, aquela que divide um fotograma de 35mm em quatro quadros iguais. Com este pequeno pedaço de plástico percebi o quanto pode ser divertido fotografar. E o que menos importa é o equipamento.
Muita gente acredita que a lomografia, com o seu espírito don't think, just shoot, é uma grande jogada de marketing. Pode até ser. Mas a fotografia é a comprovação real de que cada pessoa tem um modo diferente de olhar o mundo. E é isso que me apaixona na lomografia. É um incentivo ao exercício de ver, interpretar, clicar.
O segundo passo, lógico, foi ter uma Lomo LCA, esta maquininha russa totalmente imprevisível. Além de funcionar de forma genial sem flash em ambientes escuros, ela satura as cores e é supercompacta. Na minha procura por uma mais barata, nos sites de leilão da internet, acabei descobrindo toda uma comunidade que nega as câmeras modernas. E assim a obsessão começou. A primeira foi uma Olympus Trip 35, comprada por apenas 30 reais em uma feira de antigüidades e totalmente revisada pela Sylvie. Depois foi a vez da Canon Canonet 28, a minha primeira experiência com o sistema de foco rangefinder (a Canonet 28 é a câmera que o ator Edward Furlong utiliza no filme Pecker). E aí veio a russa BeLomo Vilia e a chinesa de plástico Yunon YN 300.
Agora estou tentando entrar no mundo do médio formato, utilizando o filme 120. A primeira câmera que adquiri foi a cult Holga 120 SF. Ela também é chinesa, uma toy camera de plástico que tem seguidores fiéis em todo mundo. Apesar de possuir sérios problemas de entrada de luz e não ter quase nenhum controle. Agora, acabo de receber uma Lomo Lubitel 166B. Esta russa, cujo nome significa amador, utiliza o sistema TLR, ou seja twin lens reflex. O seu design é retrô até não poder mais, e olha que a minha foi fabricada em 1986. Sabe aquelas câmeras que possuem duas lentes, uma em cima da outra, e que o visor fica na parte superior? A Lubitel, chamada carinhosamente de Lubi pelos seus fãs, é assim mesmo.
A fotografia já me rendeu novos amigos, no Brasil e no mundo. Alguns colecionadores daqui já me conhecem, porque vivo enchendo o saco deles e não comprando nada. E participo de diversos fóruns de fotógrafos amadores ou profissionais que dão valor às câmeras antigas ou de plástico, que oferecem menos recursos. Mas a verdade é que, quando você tem algo totalmente lo-fi na mão, o que importa é o seu olhar. Tenho lido muito sobre técnica, mas confio mais no meu instinto. Na maioria das vezes o resultado é bizarro. Enquadramentos estranhos, superexposição, exposição de menos, foco errado, borrões. Mas quer saber? Eu estou adorando tudo isso.
Agora, vou tentar parar de comprar máquinas para montar um pequeno laboratório em casa. E quero usar menos a Lomo LCA. Pretendo explorar mais as lentes da minha Canonet 28 e as câmeras de médio formato. Além disso, a Sylvie possui uma Pentax Spotmatic F, uma sensacional SLR, com a qual gosto de brincar às vezes.
O photoblog é uma maneira de dividir o meu olhar com você. Nenhuma foto receberá tratamento digital. Irei mostrar o que realmente vi. E vou tentar colocar pelo menos uma imagem nova por dia. Será que consigo?
Finalizando este post enorme, quero agradecer à minha webmaster Carmela por mais um excelente trabalho.
É isso.
Don't think, just shoot!
Posted at 12:23 by spectorama ::
Domingo, Janeiro 19, 2003
Fotos no spectorama
Novidades no spectorama.
Agora temos também um photoblog.
Consequência, claro, da minha paixão maluca pela fotografia.
Posted at 22:59 by spectorama ::
Dress like your mother
Um dos melhores discos do pop britânico dos anos 90 é sem dúvida The It Girl da banda Sleeper. Reúne a criatividade do Blur, a ironia do Pulp e a energia do Elastica.
E a tal da Louise Wener deixa qualquer um louco com o seu jeito de cantar.
Sem dúvida, 1996 e 1997 foram dois ótimos anos para a música.
Posted at 12:41 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Sábado, Janeiro 18, 2003
Be my baby, de novo
O grupo Ivy é formado por um dos integrantes do ótimo Fountains Of Wayne. São dois grandes exemplos de power pop de qualidade. A diferença é que Ivy é mais sofisticado, com pequenos toques eletrônicos. E, claro, possui o vocal charmoso de Dominique Durand, uma francesinha que vive em Nova Iorque.
O fato é que ano passado a banda lançou Guestroom, um álbum só de covers. Tem coisas sensacionais como Let's Go To Bed, do Cure, e I Don't Know Why I Love You, do House Of Love. Mas, para o meu desespero, está lá também Be My Baby. Estou arrepiado. É quase que uma canção de ninar.
Tem no SoulSeek. Vai lá e faz o download.
P.S.: Adam Schlesinger, o cara do Ivy que é também do Fountains Of Wayne, é responsável pela inesquecível That Thing You Do, do filme The Wonders. Ele entende de pop como poucos. E é amigão do James Iha.
Posted at 15:06 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Musique automatique
Stereo Total é ideal para deixar uma tarde de trabalho menos chata.
Posted at 14:44 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
O meu aranhinha
O menino Lucca completa 4 anos hoje.
Parabéns, hominho-aranha!
Posted at 14:43 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Sexta-feira , Janeiro 17, 2003
The drowners
Sentiu saudades dos parágrafos? Pois hoje tem mar e chuva no primeiro parágrafo.
Posted at 22:57 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
The philosopher's stone
Eu nunca fui à Irlanda.
Mas tenho uma simpatia enorme por este país.
Estes dias vi na televisão um filme meio que desconhecido do diretor Barry Levinson. O mais legal de A Guerra Das Perucas é a ótima e bela atriz Anna Friel e a trilha sonora. E é obvio que Van Morrison está lá. Este senhor de péssimo humor é uma das minhas grandes obsessões. É o único cara que me faz gostar de blues. Mas ele é mais que isso. É soul. É folk. É celta. É pop. É rock.
O filme possui pelo menos uma cena memorável: um dos personagens recita a letra de In The Days Before Rock'n'Roll, uma das grandes canções do mestre Morrison.
E eu que nunca tinha visto a tal da Anna Friel na minha frente, acabei assistindo a outro filme com a moça na Fox no domingo. Não lembro o título em português, mas o original é Sunset Strip. Para quem é chegado na cena rock do início dos anos 70 é imperdível. E tem Ash na trilha, o que é muito, muito legal.
Mas este post é em homenagem ao bom e velho Van Morrison. O mundo seria bem melhor se as pessoas ouvissem mais as suas músicas.
Posted at 14:23 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Quinta-feira, Janeiro 16, 2003
A minha carta na manga
Esta canção foi a trilha sonora de seis tumultuados meses de minha vida: o fim do meu casamento, a minha passagem pela comunidade Findhorn na Escócia, a sensação mágica de finalmente encontrar a minha alma gêmea. Why Should I Love You? estava sempre comigo, estourando o som do meu carro, balançando com a cozinha da comunidade, transformando o meu quarto em um templo. Ela fala com o meu coração, o meu espírito, a minha mente e mexe com os meus pés. É uma canção para quem está se apaixonando ou perdendo alguém...
O texto acima é de autoria de Mike Scott. Para quem não sabe, o cara é o homem por trás da sensacional banda The Waterboys. Em 1997 ele regravou Why Should I Love You?, original da não menos sensacional Kate Bush. E escreveu este texto para justificar a escolha da canção.
Apesar de adorar a versão da Kate Bush (que possui participação do Prince), tenho uma pequena obsessão pela cover de Mike Scott. Sou capaz de ficar horas e horas ouvindo esta música. É uma das minhas armas para dias de cansaço como este. É ouvir e ficar mais feliz. Nunca, nunca falha.
E agora me responda: qual é a sua arma secreta musical?
Posted at 18:05 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Confissão do dia
Vi um clip da tal da Avril Lavigne. Gostei da música. Lembra Weezer.
Posted at 11:58 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Quarta-feira, Janeiro 15, 2003
Direto do trabalho...
Quando aboliram a escravatura não existiam publicitários.
Só pode ser isso.
Posted at 23:42 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Desenhos e palavras
É preciso registrar que o meu conto publicado na Zero é acompanhado por uma ilustração de tirar o fôlego. Fiquei muito, mas muito feliz com o resultado. O nome do ilustrador é Ocabelo. Aliás, gostei tanto que até já estou pensando em encomendar mais ilustrações.
Obrigadão, Ocabelo!
Posted at 13:43 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
He loves him, yeah, yeah, yeah
E se John Lennon e Paul McCartney fossem mais que parceiros musicais?
A resposta é uma bela história contada pela escritora americana Poppy Z Brite no livro Plastic Jesus. O lançamento é da Conrad.
Posted at 13:36 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Terça-feira, Janeiro 14, 2003
Lucca
A criança mais amada do mundo está aqui.
Posted at 14:28 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Lazy tuesday
A preguiça é que está certa.
Tudo que é devagar é melhor.
Posted at 09:13 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Stoned and dethroned
Vou tentar acordar com The Walkmen, uma das bandas que mais me impressionaram no último ano. O disco ficou tanto tempo fora de casa que até havia esquecido de colocá-lo na minha lista dos melhores do ano. Se não der certo, tento o Sticky Fingers dos Stones. O que me leva a dar uma declaração bombástica para quem me conhece: Stones é melhor que Beatles. Mas não é melhor que Lennon. Se é que você me entende.
Posted at 09:09 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Working class hero
Ok. Eu admito: não nasci para trabalhar.
Quero mais é passar o resto da vida ouvindo música, escrevendo, lendo e namorando.
Espero que o meu chefe não leia o spectorama.
Posted at 09:04 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Segunda-feira, Janeiro 13, 2003
Eu quero Paz
Acho que tenho uma nova musa.
Paz Vega.
Chego até a ficar sem ar.
Posted at 15:22 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Last stop: this town
Electro-Shock Blues do eels.
Nunca a morte foi tão bela.
Posted at 15:21 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Rocks off na Zero
A edição número 5 da Zero já está nas bancas. E traz um conto inédito deste que vos escreve. Aviso: é puro Stones.
Posted at 14:13 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Sábado, Janeiro 11, 2003
Alive and kicking, como diria aquela bandinha ruim pra cacete
Aviso: não estou atualizando o spectorama porque tirei esta semana de folga para escrever. O novo romance está na reta final. Não sei se você vai gostar. Nem sei se o meu editor vai gostar. Aliás, também não sei eu mesmo vou gostar. Se eu virar a noite de hoje e ainda escrever durante toda a tarde de amanhã, é bem provável que coloque o ponto final antes de voltar ao trabalho.
E quando volto ao trabalho? Na segunda. Ou seja, a partir de segunda isso aqui não ficará tão vazio. Afinal, o blog é uma terapia nos momentos de desespero profissional.
Então tá.
Até segunda.
Posted at 12:24 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::
Segunda-feira, Janeiro 06, 2003
Hello, goodbye
Estou de volta.
Minha cidade continua linda.
O menino Lucca está cada vez mais lindo, querido e amado.
E eu tenho páginas e páginas para escrever.
Por isso, irei desaparecer novamente.
Feliz 2003.
Anos ímpares são sempre bons.
Posted at 21:45 by spectorama (que agradece a sua leitura) ::

