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Segunda-feira, Maio 31, 2004
A minha Audrey


Você vê: a Audrey Hepburn foi eleita a personificação da beleza natural. O que, acredito, equivale ao título de mulher mais bonita do mundo. A notícia está aqui na BBC. A questão é que eu sempre disse que ela tem uma beleza audreyhepburniana. E, não sei se você sabe, mas eu realmente penso que é a mulher mais bonita do mundo. Não é brincadeira. Eu penso isso mesmo. Ou seja, não acredite na nota da BBC.

Posted at 16:52 by spectorama ::

Quarta-feira, Maio 26, 2004
Encontro na biblioteca
Amanhã, dia 27 de maio, estarei na biblioteca municipal Helena Silveira, no bairro de Campo Limpo aqui em São Paulo. Vou falar sobre literatura, projetos, essas coisas. Tomara que apareça alguém. É a partir das 15 horas.

Posted at 21:23 by spectorama ::

Don't stand me down
Voltei a ouvir Dexy's Midnight Runners.

Eu estou pensando em fazer uma manifestação no centro da cidade. Vou caminhar com um cartaz escrito: PORRA, OUÇAM MAIS DEXY'S.

Posted at 21:20 by spectorama ::

Ataque massivo de shows
Estou em débito com este blog.

Talvez seja o frio, talvez seja a ansiedade.

Na verdade, estou com uma ressaca de shows.

Ontem fomos ao Massive Otahke, como diz o sogrão. Gostei muito. Mas a Dot Allison precisa comer muito feijão para chegar perto da Liz Fraser. Pensando bem... é melhor que ela não coma. Afinal, está bonitinha magrinha daquele jeito.

Posted at 21:13 by spectorama ::

Sexta-feira , Maio 21, 2004
It's time to start all over again
No repeat: Down The Drain dos queridos Superphones. É o tipo de música que soa como um soco no estômago.

You locked yourself inside
I tried to brake in but
You left me out
Take me in
Your life is going down the drain
But you can start all over again


Sensacional.

Posted at 15:20 by spectorama ::

Quinta-feira, Maio 20, 2004
Simple twist of fate
Eu tenho uma grande falha de caráter: não gosto de David Bowie. Ok, dizer que não gosto é um exagero. Não me importo de ouvir as suas músicas, mas elas nunca me tocaram. É óbvio que reconheço que o cara é um dos maiores gênios da música pop. Mas não posso fazer nada. Na minha discoteca, não há lugar para o Bowie.

Em compensação, sou fã de Mick Ronson, o guitarrista que acompanhou o camaleão em sua época de ouro nos anos 70. O único porém é que prefiro o trabalho que ele realizou com o Bob Dylan. Ouvir o Bob Dylan Live 1975 é uma experiência que sempre me tira do sério. É quase impossível imaginar que aquela guitarra com toques glam consegue se encaixar perfeitamente nas canções do Homem. Chega a ser um paradoxo de tão improvável que é esse casamento. Já na primeira faixa, Tonight I'll Be Staying Here With You, é possível perceber a diferença que Ronson faz na banda de Dylan. As suas canções nunca soaram tão elétricas, encorpadas e maravilhosamente caóticas. As frases e os solos de Ronson funcionam como uma montanha-russa para o rock clássico de Dylan. A impressão que temos é que nossos ouvidos estão em um sobe e desce até explodir em um looping de proporções épicas.

Eu poderia passar a vida toda tentando convencer você a ouvir este disco. Mas não estou aqui para falar de rock. O assunto é paradoxo. É o medo do não-encaixe cada vez que você está junto de alguém. Como é que dois seres tão diferentes são capazes de se tornarem um? Nem preciso dizer que não sei a resposta.

Sei bem que estou soando mais uma vez como um filósofo de botequim.

Mas, putz, sou este fã desgraçado de Bob Dylan.

E ela ama David Bowie.

Isso pode não dizer muita coisa, mas veja bem: eu sou este maluco apaixonado que vive tudo de forma intensa, que sai do acústico ao elétrico em 10 segundos. E ela é essa mulher cool, elegante, capaz de se adaptar a tudo sem nunca perder a personalidade.

É possível?

Claro que é.

Assim como Dylan e Bowie, nós também temos o nosso Mick Ronson nos unindo.

E eu não preciso dizer o que é.

Posted at 21:12 by spectorama ::

Quarta-feira, Maio 19, 2004
Gregos e troianos, mineiros e gaúchos
Então a gente foi lá assistir ao Brad Pitt matar uns troianos.

O filme não é nada demais, mas também não é horrível.

Mas que existe uma Helena mais bonita do que aquela do filme, ah existe.

Posted at 13:48 by spectorama ::

All the leather kids were loud
Você não sabe, mas eu sou fã do rock and roll clássico dos anos 70. Aquele clima big country. Aí, putz, decido ver qual é a dessa banda My Morning Jacket. Pô, por que ninguém me avisou antes? Duas músicas imediatamente me capturaram: Dancefloors e One Big Holiday. Puro The Band reciclado. Aproveite que o álbum It Still Moves saiu por aqui e compre o seu. (O meu eu baixei porque fiz uma promessa: só vou comprar um disco quando o novo Wilco sair.)

Posted at 13:39 by spectorama ::

Terça-feira, Maio 18, 2004
O cara sabe das coisas
I do believe we're an important end of an important era. Unfortunately nothing else ever in your life will affect you like music did in your early teens. It's like a love affair. It saves you.

Morrissey em entrevista na i-D.

Posted at 18:40 by spectorama ::

Sexta-feira , Maio 14, 2004
Do not disturb
A capa de Cassino Hotel está definida.

Design do meu querido amigo Guilherme Sapo Dable.

E fotos direto de Londres, cortesia do olhar único de Marcelo Guidoux Kalil.

Logo vou colocá-la aqui para você ver.

P.S.: Olha só como é a vida... Tanto o designer quanto o fotógrafo são baixistas.

Posted at 16:58 by spectorama ::

Quinta-feira, Maio 13, 2004
As canções dos livros
Já que estamos no processo de contagem regressiva para o lançamento de Cassino Hotel, o meu segundo romance, vou começar a disponibilizar para download as canções que me inspiraram enquanto escrevia. Mas os arquivos só estarão aqui a partir da semana que vem. Quando o livro for lançado, pretendo sortear também algumas cópias caseiras da trilha-sonora oficial (porém bootleg) da história.

Para começar, coloco a letra de Many Rivers To Cross. Este clássico de Jimmy Cliff explica muito o clima de Cassino Hotel.

Many rivers to cross
But I can't seem to find my way over
Wandering I am lost
As I travel along the white cliffs of dover

Many rivers to cross
And it's only my will that keeps me alive
I've been licked, washed up for years
And I merely survive because of my pride

And this loneliness won't leave me alone
It's such a drag to be on your own
My woman left me and she didn't say why
Well, I guess I'll have to cry

Many rivers to cross
But just where to begin I'm playing for time
There have been times I find myself
Thinking of committing some dreadful crime

Yes, I've got many rivers to cross
But I can't seem to find my way over
Wandering, I am lost
As I travel along the white cliffs of Dover

Yes, I've got many rivers to cross
And I merely survive because of my will


Posted at 10:13 by spectorama ::

Terça-feira, Maio 11, 2004
Broken hearts
No último show em São Paulo, a banda Teenage Fanclub tocou a belíssima Broken. Para a surpresa de todos, claro, já que é um lado B. Enquanto terminava de revisar a prova de Cassino Hotel, percebi que essa canção possui o clima melancólico e gelado do livro. Por isso, decidi colocá-la aqui para você baixar e já ir se acostumando. Clique e ouça o som de um coração quebrando.

Posted at 23:40 by spectorama ::

O feriado de Páscoa de João Pedro de Campos Júnior
Acabo de receber a primeira prova de Cassino Hotel.

Deu até vontade de chorar.

O livro está tão lindo.

Espero que o texto também agrade.

Agora só falta bater o martelo quanto à capa.

Obrigado, pessoal. Muito obrigado. Eu sei mais do que ninguém que não estaria aqui sem vocês.

Posted at 11:20 by spectorama ::

Segunda-feira, Maio 10, 2004
Ainda Pixies
Este texto foi publicado aqui mesmo no spectorama em abril do ano passado. Só para você ter uma idéia de como foi importante estar lá em Curitiba neste final de semana. E, namorada mais linda do mundo, obrigado pela companhia.

Surfer Rosa - Pixies

Eu não sinto cheiro. Sim, é uma confissão bizarra, mas a verdade é que o meu olfato é preguiçoso. A razão para isso, acredito, seja a bronquite asmática que me acompanhou durante toda a infância, até um doutor alternativo receitar um xarope com gosto de morango. Mas o estrago já estava feito. O meu nariz nunca mais foi o mesmo, e acabei adquirindo uma pré-disposição a ficar gripado. Hoje tudo está estabilizado, graças ao meu comprimido diário de Supradyn. Só que no final dos anos 80, a gripe era uma espécie de menstruação masculina para mim: uma vez por mês ela aparecia, às vezes fraca, outras mais forte.

No entanto, as dores no corpo, a coriza, os espirros, nada me impedia de ir ao centro de Porto Alegre para comprar os meus discos. Em uma tarde de terça-feira, eu estava praticamente me arrastando pelas ruas, mas, mesmo assim, peguei o ônibus em direção à Galeria Chaves. Revirando as novidades da Casa Coelho, fiquei extasiado com a foto de uma mulher com os seios desnudos. Uma espanhola, em uma pose sensual, uma imagem em tons sépia de tirar o fôlego. Eu já tinha lido sobre aquela banda em uma antiga Bizz, por isso decidi ouvir o disco na própria loja. Achei tudo muito barulhento, sujo, mas fui capturado pelo contrabaixo básico e a doce voz de uma mulher. Era a quinta faixa do Lado A do álbum Surfer Rosa. A música se chamava Gigantic, a banda atendia pelo estranho nome de Pixies, e a dona da voz assinava Ms. John Murphy. E, não é preciso dizer, tirei a agulha do vinil no meio de Gigantic mesmo e imediatamente levei o disco para a casa.

Apesar de ser um fã de rock barulhento como todo adolescente, o som dos Pixies em seu álbum de estréia parecia algo difícil de ser digerido. Tudo parecia muito tosco e, por incrível que pareça, bem produzido. Pois bem, naquela mesma tarde de terça-feira, cheguei em casa acabado. Estava literalmente apanhando da gripe. Decidi, então, deitar na cama. Mas antes coloquei o Surfer Rosa para tocar. Veja bem, em 1989 não existia aparelho de CD. Por isso, não pude programar para tocar apenas Gigantic. Decidi enfrentar todo o Lado A e coloquei o álbum desde o começo. Aumentei o volume até onde as quatro enormes caixas de som de meu quarto agüentavam. E me joguei sobre o edredom. O que aconteceu a partir dali foi uma espécie de revelação.

A bateria seca, quase tribal, de Bone Machine começou a martelar nos meus ouvidos e, de repente, entram aquelas guitarras agudas, o contrabaixo burro e a voz de hospício de Black Francis. Quando dei por mim, já estava cantando junto. E foi então que descobri que, apesar de tudo, aquela música era pop. Aí acabou o Lado B, saí correndo da cama, virei o disco e a maionese desandou de vez. Só de ouvir o início de Where Is My Mind? eu já tive certeza de que havia encontrado uma nova banda para amar. O mais surpreendente é que, depois de ensurdecedores 32 minutos, eu estava curado. A gripe havia ido para o espaço.

Empolgado com a minha aspirina musical, tratei de divulgar o Surfer Rosa na escola. Rafael Gerhardt, um de meus melhores amigos, também se apaixou pela banda. Juntos, criamos o Gigantic Fan Club, provavelmente o primeiro fã-clube dos Pixies no Brasil. A coisa não foi para frente porque ninguém mais queria fazer parte. Até mesmo a Rádio Ipanema, a rádio mais alternativa que já ouvi no país, não atendia aos meus pedidos e nunca tocava uma música dos Pixies. Mas tudo bem. Afinal, ser incompreendido é uma das melhores sensações que um adolescente roqueiro pode ter em sua vida.

Até 1991, quando a banda anunciou o seu fim, persegui de todas as formas os Pixies. Consegui discos e compactos importados, colecionava revistas com eles, achava que o mundo seria bem melhor se todos, pelo menos um dia, ouvissem um disco deles no volume máximo. O meu, pelo menos, foi. Além de ficar menos gripado, aprendi que nem sempre a perfeição é o melhor a se procurar. Foi uma lição punk tardia, é verdade. Mas, caramba, que lição.


Posted at 13:28 by spectorama ::

Mais Pixies
Faltou Winterlong.

Mas teve Hey.

Posted at 13:12 by spectorama ::

Here comes your fan
O Pixies deve ter voltado para mostrar ao mundo que esse papo de revival de rock já existia há dez anos. E para provar que David Lovering é um baterista excepcional. Mas... e o Joey Santiago? Pelo amor de Deus. Que banda perfeita.

P.S.: Foi ótimo, claro, mas nada se compara aos três shows seguidos dos Fannies semana passada.

Posted at 13:11 by spectorama ::

Sexta-feira , Maio 07, 2004
Thank you friends, wouldn't be here if wasn't for you
A turnê brasileira do Teenage Fanclub é mais histórica ainda porque é feita de fãs para fãs. As negociações não envolveram grandes reuniões com empresários, exigências mirabolantes dos artistas e uma busca desesperada por patrocínio. Existiu apenas o amor de quem viu a sua vida mudar ao som dos versos de Gerard, Norman e Raymond. De quem gravou fitas K7 para a namorada com essas apaixonadas canções. De quem economizou a sua mesada para comprar discos importados de sua banda predileta. De quem decidiu criar a sua própria música depois de ouvir uma guitarra distorcida.

Não sou fã de citar os meus próprios textos, mas não há como falar sobre os três shows do Teenage Fanclub em São Paulo sem relembrar o que escrevi no release da turnê. Que os foram sensacionais, com setlists diferentes surpreendendo o público a cada noite, não há dúvida. Aliás, hoje tenho certeza de que foram os melhores shows da minha vida. Magia, perfeição, emocão. É difícil encontrar as palavras certas para algo tão especial. No entanto, ontem ao deitar completamente exausto e imensamente feliz, percebi que há mais do que música por trás da minha empolgação. E é por isso que decidi abrir o texto com esta citação.

O que estou sentindo, na verdade, é um orgulho do tamanho do mundo pelo pessoal da Slag Records e do Coquetel Molotov. Na primeira noite, olhei para o lado enquanto a banda tocava The Concept e vi a Aninha Garcia, do Coquetel Molotov, dançando com um sorriso enorme no rosto. Puta que pariu. Será que a Aninha conseguia perceber que, de uma forma ou de outra, ela é quem me fez sorrir? E, na mesma noite, encontro o Eduardo Ramos, da Slag, e percebo os seus olhos brilhando. Eu não sabia o que dizer. Apenas o abracei com força, como se dissesse cara, isso que você fez não foi uma prova de amor pela banda, mas pelos fãs dos Fannies no Brasil.


Du e sua excelentíssima

Algumas pessoas escrevem para mim reclamando de que escrevo demais sobre música. Mas, por favor, pense um pouquinho. Se todos nós tivéssemos essa paixão de fazer acontecer como o Du e a Aninha, a vida seria muito mais prazer e menos reclamação.

Sei que posso estar sendo ingênuo em acreditar em coisas simples assim.

Mas, caralho, as coisas simples da vida são as melhores.

Estão aí as simples canções pop do Teenage Fanclub para provar.

Obrigado, Du e Aninha pelas três noites mais inesquecíveis da minha vida de fã de música.

Eu e meus amigos, como o Bibikas aí embaixo, agradecemos.


O maior fã do Teenage Fanclub no Brasil... alguém duvida?

Posted at 15:45 by spectorama ::

Quinta-feira, Maio 06, 2004
Para viver um grande amor
Desde os meus treze anos de idade sou este fanático por música pop. Você sabe disso. Sei que estou sendo repetitivo, mas a única forma de começar este texto é reafirmando o amor que sinto pelos meus discos, canções e bandas. Porque ontem, no segundo show do Teenage Fanclub aqui em São Paulo, pela primeira vez senti que TODO ESSE AMOR VALE A PENA. Nem Echo & The Bunnymen em 1987 me deixou assim. Pouco importa que os caras não estão no auge da carreira. A verdade é que eles vieram no meu momento certo. Teenage Fanclub é uma banda apaixonada para apaixonados. E eu nunca estive tão de bem ao lado de uma mulher como agora.

E isso faz toda a diferença.

Faz diferença para gritar your love is the place where I come from, of all the stars I've ever seen, you are the sun e don't want this love to stay the same but growing every year. Faz diferença para suar, pular, espernear. Faz diferença para sorrir.

Eu queria escrever uma carta de agradecimento aos jovens senhores do Teenage Fanclub. Porque a dedicação e entrega desses caras nos shows têm sido fora do normal. Parece que sabem que estou vivendo ao lado dessa mulher maravilhosa e decidiram me presentear com performances apaixonadas.

Ok, eu sei que os shows não foram apenas para mim.

Mas quando você sente que é um em mil é porque não está em um simples show.

Está vivendo um grande amor.

Posted at 13:05 by spectorama ::

Quarta-feira, Maio 05, 2004
Agora caiu a ficha
Diálogos de um fã.

"E aí, Takeda? Tá pronto?", perguntou o jornalista Alexandre Matias.
"Eu tô pronto desde 1991", respondeu o bebezão aqui.

Puta que pariu.

Sabe aqueles dias em que você pode dizer eu sou feliz?

Hoje é um deles.

Posted at 18:55 by spectorama ::

Aaaaaaaaaaah
Acho que vou esperar os shows de hoje e de amanhã antes de fazer alguma consideração sobre o Teenage Fanclub por aqui.

Só adianto uma coisa: o mundo ficou um lugar bem melhor para se viver.

Posted at 14:23 by spectorama ::

Segunda-feira, Maio 03, 2004
Salve a sua vida também
Acontece de vez em quando.

Assim, do nada, eu leio aqui e ali de uma banda nova. Às vezes fico meio desconfiado quando falam bem demais. Outras, deixo a onda passar e só vou conhecer com alguns meses de atraso.

Mas sábado decidi saber qual é a dessa tal de Keane. Eu não sei dizer ao certo se Hopes and Fears, o primeiro álbum da banda, é bom. Simplesmente porque não consigo sair da primeira faixa.

É isso.

De vez em quando uma banda que você nem conhece, escreve uma música que faz o mundo parar.

Somewhere Only We Know é tão bonita, tão óbvia, tão cativante que parece que já estava escrita. Apenas esperando alguém para colocá-la em versos e notas.

Os críticos malas vão dizer que é derivado de Coldplay, Travis e até Radiohead.

Mas eu estou pouco me fodendo com a originalidade.

Eu quero mais é me emocionar.

Posted at 11:58 by spectorama ::