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Segunda-feira, Agosto 30, 2004
Fight test
Estou ouvindo muito Flaming Lips. Espero que isso não deixe seqüelas em meu cérebro.

Posted at 13:21 by spectorama ::

Häagen Dazs!
Diversão garantida é um show do Jumbo Elektro. Além de humor e atitude, os caras são ótimos músicos. E é por isso que eles se destacam neste cenário de bandas fashion em São Paulo. Pode ser que a piada fique velha daqui a algum tempo, mas, pelo que vi e ouvi ontem, o disco que vem por aí tem tudo para ser excelente.

Posted at 13:17 by spectorama ::

Quinta-feira, Agosto 26, 2004
Os seus lábios flamejantes eu quero beijar



A cada clique eu amo você mais e mais e mais. Somos dois yoshimis lutando contras os pink robots. Eu uso as minhas piadas. Você a sua diplomacia. Não somos perfeitos um para o outro. Só somos perfeitos quando estamos um com o outro. E o mundo se torna uma bela canção de rock.

Posted at 18:04 by spectorama ::

O nosso amor na Paulista ao som de Beach Boys


Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong

You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together

Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through

Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was neverending
Wouldn't it be nice

Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy

Wouldn't it be nice

You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But lets talk about it
Wouldn't it be nice


Posted at 12:06 by spectorama ::

Terça-feira, Agosto 24, 2004
Quem ela pensa que é?
Essa Mel X não é brincadeira...

Posted at 17:19 by spectorama ::

Segunda-feira, Agosto 23, 2004
Não saia de casa sem ler...
Já foi lá no Casal Gourmet?

Posted at 15:30 by spectorama ::

Disco do dia
Good News For People Who Love Bad News do Modest Mouse. Belo disco.

Posted at 15:29 by spectorama ::

Sexta-feira , Agosto 20, 2004
Casal Gourmet
A gente sempre pensa em coisas novas para fazer: Casal Gourmet.

Posted at 12:25 by spectorama ::

Quarta-feira, Agosto 18, 2004
Minha mente ainda é a mesma
Na minha lista de melhores discos do rock nacional não pode faltar o primeiro trabalho solo de Edgard Scandurra, o guitarrista e compositor do Ira! (que agora sempre vejo nas baladas eletrônicas em São Paulo). Amigos Invisíveis marcou muito a minha adolescência, com canções pop como Amor em D.B e Abraços e Brigas. E Vou Me Entregar Como Nunca é uma das músicas que ouvia sempre que estava apaixonado. Agora, graças ao leitor Renato Konda, tenho uma cópia em CD (porque o vinil está em Porto Alegre). É impressionante como o disco ainda continua com uma sonoridade atual e, acima de tudo, belo. O incrível é que o Scandurra tocou tudo: baixo, bateria e, claro, guitarra.

A chegada deste CD em minha casa (obrigado mais uma vez, Renato), coincide também com a minha súbita paixão pela canção Eu Quero Sempre Mais que está no Acústico MTV. A verdade é que nunca fui tão fã do Ira!, apesar de sentir uma certa dor no peito cada vez que vejo a capa do disco Vivendo e Não Aprendendo (ah, a minha juvetude). Fiquei um bom tempo sem acompanhar o trabalho da banda, por isso não conhecia a versão original de Eu Quero Sempre Mais, gravada no meio dos anos 90. Só que, numa noite de sexta, estava eu sozinho em meu apartamento quando sintonizo a televisão na MTV e está passando o show acústico dos caras. Não sei se isso acontece com você, mas às vezes ouço apenas trinta segundos de uma música e, por magia, parece que tudo se encaixa no lugar. É uma espécie de abraço, de um conforto que nada mais é capaz de lhe dar a não ser uma boa melodia. Depois que ouvi os primeiros acordes de Eu Quero Sempre Mais eu tive essa sensação de que o mundo ainda é um lugar decente para se viver. E a voz da Pitty parece amaciar ainda mais a paixão latente dos versos da canção. Mas, apesar de ter sido fisgado naquela sexta, fiquei semanas adiando a compra do CD. Até que ontem ele caiu na minha mão aqui no trabalho. E Eu Quero Sempre Mais está no repeat e acho que não sai tão cedo.

Aí, eu penso, nada é por acaso.

Desde que coloquei o ponto final em Cassino Hotel, escrevi apenas um livro infantil e comecei um infanto-juvenil. E todo dia surgiam novas idéias para um novo trabalho adulto. Tenho duas idéias que gosto, mas não sei se é o momento para colocá-las no papel. Ontem, fiquei horas ouvindo e relembrando o Ira! e as belas canções do Scandurra, e decidi começar um novo projeto de ficção. Algo que seja mais a minha cara. Tudo o que preciso é de um ok do autor das canções que me abraçam.

Posted at 14:09 by spectorama ::

Terça-feira, Agosto 17, 2004
A rotina dos meus desejos por seus beijos


Eu já falei aqui. Acho que sim. De qualquer forma, repito: existem canções que servem como pequenos refúgios em dias de muito trabalho, stress, essas coisas mundanas. Uma delas é Brown Eyed Girl de Van Morrison. Só a introdução, com a guitarra acompanhada de palmas, já me coloca um sorriso no rosto. Mas a verdade é que as minhas canções-refúgios ganharam uma forte concorrente. Tudo o que preciso é pensar em minha green eyed girl. Antes eu passava mal se ficava dias e dias sem comprar um disco, sem descobrir uma nova banda, sem passar algumas horas a sós com a minha coleção de CDs. Agora, eu sei que não há refúgio melhor do que ouvir a sua respiração à noite, enquanto dormimos, sempre na diagonal, jogando o excesso de cobertores na madrugada. E o frio está indo embora, já posso acordar mais cedo para sorrir com o seu perfil. Você consegue me ver aí? Ainda estou aqui, sem saber que horas vou sair, mas olho para a sua foto e dançamos, dançamos, dançamos Brown Eyed Girl.

O título do post é da canção Eu Quero Sempre Mais do Ira!. O disco acaba de cair nas minhas mãos e, preciso admitir, a participação da Pitty ficou muito, muito bonita. E olha que não gosto nada da música da baianinha.

Posted at 18:11 by spectorama ::

Cassino Hotel soundtrack
Você não precisa ler o Cassino Hotel. Basta ouvir estas músicas que você já entende qual é o clima do livro. Toda a história foi escrita com essas canções.

In Love With A View - Mojave 3
Pot Kettle Black - Wilco
Bad Cover Version - Pulp
When It Rains - Brad Melhdau
Echo - Tom Petty & The Heartbreakers
Idiot Wind - Bob Dylan
The Shining - Badly Drawn Boy
How I Long to Feel That Summer in My Heart - Gorky's Zycotic Mynci
Memory Motel - The Rolling Stones
In The Summer's When You Really Know - Jets To Brazil
Climbing to The Moon - eels
Many Rivers to Cross - Harry Nilsson


Posted at 12:05 by spectorama ::

My girl is a little animal...
Mas aí eu encontro um Raveonettes no meu computador e percebo que passar dos 30 não é o fim do mundo. Basta uma melodia cheia de microfonia e a lembrança da minha namorada sexy... e pronto. Sou um adolescente de novo.

Posted at 01:29 by spectorama ::

One, two, three, four!
Às vezes, só às vezes, dá vontade de passar a vida toda dançando Ramones.

Mas aí eu acordo e lembro que já passei dos 30.

Posted at 01:25 by spectorama ::

Do you realize?
Acho que chegou o momento de eu comprar uma cópia original de Yoshimi Battles The Pink Robots do Flaming Lips.

Falando nisso... encontrei este texto no meu HD.

Do you realize that you have the most beautiful face, você ouve, você canta, você dança, e mal percebe que faço dessas as minhas palavras, os meus ruídos, os meus gemidos, ajoelhado aos seus tornozelos em chamas, pegando fogo, e às vezes me pego assim, ridículo de tanto pensar em alguém que nunca vi, conheci, mas por quem a minha boca sorri quase que vinte e quatro horas por dia, noite, manhã, e madrugadas com travesseiros chutados, uma luta para tirar você da cabeça, e no entanto fui à nocaute, joguei a toalha, perdi mais este jogo, vou tirar o meu time de campo, e continuar com a minha vidinha, esperando que a órbita volte ao normal, que os nossos meteoros não se encontrem, que eu não seja arrastado ao seu coração pop, ao beijo inevitável de sua nuca, à humanidade de uma mulher só, porque há muito o que fazer, e mesmo assim poderia apenas passar o resto da minha vida olhando para o seu rosto, para os seus dentes manchados de chocolate, para a sua língua limpando os lábios, para os seus olhos refletindo a inocência de ser sexy, vou embora, vou trancar a minha máquina de escrever, vou queimar o meu dicionário, vou cortar os meus dedos, porque assim já não posso mais, porque não existe imaginação que me sustente, porque não há mais gatos para assassinar, então só me resta vestir preto, desistir, colocar um ponto final, e espero que não esqueça: you have the most beautiful face.

Posted at 01:16 by spectorama ::

A minha versão de I, Robot (reprodução do primeiro parágrafo)
Número 3589 chora sentada sobre os anéis de Saturno. As suas engrenagens ardem e emitem ruídos estridentes a cada movimento. Um rastro de fogo por entre as estrelas e logo Número 9901 está ao seu lado. "Robôs não foram programados pra chorar, sabia?", diz ele com uma voz suave. Há três dias conseguiu que o seu sistema de comunicações emulasse a voz de James Dean. Era o que faltava para que tivesse coragem suficiente para se aproximar 3589. "Eu sou uma estúpida, 9901", soluça ela, "bem que me avisaram pra não instalar o software dos contos de fadas, mas não, tenho que ser assim teimosa, e, droga, acreditei que o cafajeste do 2226 fosse o meu príncipe encantado". 9901 sente uma vontade súbita de voar mais alguns quilômetros e tirar satisfação daquele robô insensível. Mas é preciso fazer companhia para 3589. "Sabe, eu não me importaria de não estar com ele, mas por que, então, o idiota teve que me encher de esperança?", ela continua, "e o pior é que, mesmo depois de ter reiniciado o meu computador interno, ainda sinto dor, estou ficando louca de tanto chorar". Comovido, 9901 abraça o corpo dourado de 3589. Devagar, engata os dedos nos botões de suas costas. De repente, ambos trocam informações em silêncio. São apenas códigos e senhas e scripts que dizem "não chore mais, porque se é louca, a sua loucura desejo, porque a sua loucura expulsa a minha e faz de minha mente a sua sala de jogos, com castelos, cavalos, flores, lua, lagos e dragões". Mas as lágrimas de 3589 não cessam. E, nos braços de 9901, aos poucos ela perde todos os seus dados. Não há mais nada a fazer. Desolado, 9901, também deseja chorar. Mas respira fundo ao lembrar que ainda não produziram um programa mais eficiente contra a ferrugem.

Posted at 01:09 by spectorama ::

Segunda-feira, Agosto 16, 2004
Elvis forever
27 anos sem ele.

O REI.

Um minuto de silêncio, por favor.

Posted at 22:00 by spectorama ::

Anything else
Woody Allen é sempre garantia de bom cinema. Igual a Tudo na Vida não é o seu melhor, mas é muito legal. O interessante é que descobri que as pessoas parecem forçar mais as risadas nos filmes do cara. Até nas piadas mais normais. Acho que todos querem mostrar que entenderam. Ainda mais no Unibanco Arteplex, onde todo mundo pensa que é especialista em cinema.

Posted at 21:54 by spectorama ::

Quarta-feira, Agosto 11, 2004
This is the one
O primeiro álbum do Stone Roses acaba de completar 15 anos. Você sabe o que significa isso? Significa que há 15 anos eu estava deitado em meu quarto quando o mundo parou. E o mundo não parou tantas vezes assim na minha vida. Quando ouvi (Song For My) Sugar Spun Sister na Rádio Ipanema eu senti todo o meu corpo dizendo COMPRA AGORA ESTE DISCO. E foi o que fiz, claro. Devo ter implorado mais alguns trocados para a minha santa mãe e acabei no centro de Porto Alegre. E o mais impressionante é que agora ouço esta mesma música e descubro que não me canso de Stone Roses. Este disco de estréia é um daqueles raros casos em que tudo dá certo. Melodias perfeitas, arranjos surpreendentes, instrumental criativo. Até tentei encontrar algum defeito, mas é em vão. Afinal, são 12 clássicos entre 12 clássicos. Abre com I Wanna Be Adored e fecha com I Am The Resurrection. É mole? E ainda tem Elephant Stone, Waterfall, Bye Bye Badman, This Is The One. Pelo amor de Deus. Dá vontade de largar o teclado e ficar dançando sozinho em casa. E quer saber? Azar dos meus vizinhos. Volume máximo, neles.

Posted at 23:27 by spectorama ::

Terça-feira, Agosto 10, 2004
Encerrando o assunto...
Eu não sou um escritor que posa como escritor. Não me vejo como um produtor de literatura. E, quando vejo os meus livros, sinto uma espécie de vergonha e orgulho ao mesmo tempo. Eu trocaria facilmente a posição confortável (para um autor iniciante) que tenho hoje, com mais três contratos fechados com uma grande editora, pela autoria de Politik e The Scientist do Coldplay, por exemplo. (Só não faço questão de um casamento com a Gwyneth Paltrow, afinal, a mulher que amo está acima do bem e do mal.) Também ficaria feliz em ter participado da produção de Magnolia, nem que fosse para levar café para o P.T. Anderson. Ou, ainda, deixaria tudo para trás e passaria a vida toda comendo bocadillos com a minha namorada em Barcelona. Como você pode ver, sou um escritor sem nenhuma pretensão literária. E, mesmo assim, estou recebendo um carinho que às vezes parece ser maior do que posso suportar. A impressão que tenho é que os meus leitores não são leitores, são velhos amigos meus. Desde que pedi o endereço para o envio dos convites, só tive belas surpresas. Tem gente dizendo que vem de Campinas, Sorocaba e até Recife para o lançamento. Pode ser que, no final das contas, não apareça ninguém. Mas só a intenção já me deixa mais do que emocionado. Porto Alegre, então, nem se fala. Às vezes me pergunto o que estou fazendo em São Paulo enquanto na minha cidade existem amigos tão especiais. E, é claro, preciso falar dela. Pela primeira vez na vida, estou tendo um apoio incondicional para fazer o que amo, o que gosto, o que acredito. É o amor da mulher mais bonita do mundo, que é bom que vocês saibam que possui também o coração mais lindo do universo, é por causa desse amor que não vou ter um colapso nervoso. Bom, prometo que vou parar de falar no quanto estou emocionado com todo o lançamento de Cassino Hotel. Mas, antes de encerrar confirmando as datas da sessão de autógrafos e coquetel, quero dizer que acabo de chegar à conclusão de que não vim para o mundo para criar livros. Estou aqui para criar amigos. É piegas, eu sei, mas eu levei 31 anos para me dar conta disso.

Anote na agenda!

Lançamento em Porto Alegre: dia 21 de setembro, às 19 horas, na Livraria Cultura, no Bourbon Country.

Lançamento em São Paulo: dia 27 de setembro, às 19 horas, na Livraria Cultura, no Conjunto Nacional da Avenida Paulista.

Mande o seu endereço que você recebe um convite bonitinho.

E aguarde novidades. É provável que tenha festa-show em ambas as cidades.


Posted at 18:46 by spectorama ::

Sábado, Agosto 07, 2004
Obrigado, obrigado, obrigado
O meu irmão-rock Gustavo Mini Bittencourt costuma dizer que nos encartes das bandas independentes brasileiras há mais espaço para agradecimentos do que para a ficha técnica. Na primeira versão de Cassino Hotel eu agradecia a Deus e todo mundo. Mais ou menos como no post abaixo. No final, sobraram apenas alguns nomes. E como continuo emocionado demais com o livro, decidi complementar publicamente os agradecimentos que ali estão. Ok, ok, eu sei que é apenas um livro. Mas poucas pessoas sabem o carinho que tenho por esta história e a dor que senti ao escrevê-la. Nos próximos dias vou entrar em um colapso nervoso porque não faço a mínima idéia do que os leitores irão pensar. Então é melhor eu aproveitar o momento de emoção, não é mesmo?

Vamos lá...

Carmela, o seu nome está em primeiro lugar porque você é a irmã mais nova que não sabia que havia pedido aos meus pais. É minha cofidente, minha webmaster, meu abraço mais querido. Sem a sua ajuda provavelmente não teria continuado.

Nasi, nós nunca fomos próximos e amigos na época em que vivi em Porto Alegre. Mas a sua disposição em ler os originais de Cassino Hotel foram fundamentais para que eu melhorasse a narrativa e os diálogos. Se hoje gosto do que leio é porque existe o seu dedo aqui.

Randall, você sabe que não gosto da idéia de ter fãs. Mas a sua confiança em meu trabalho me fez seguir em frente. Às vezes eu parava e pensava será que o Randall vai gostar? e aí reescrevia tudo de novo. É bom saber que, acima de tudo, existe uma relação de amizade entre nós.

Ione, Ione Girl. Escrever aqui no spectorama com você foi uma época de muita diversão e aprendizado. Você me ajudou a colocar mais poesia em minha prosa. Sabe aqueles meteoros que fazem um planeta desviar a rota? Você foi um em minha vida, em minha escrita.

Gustavo, você é o melhor, sabia? Este livro é uma tentativa desesperada de agradar um dos meus escritores prediletos. Espero ter conseguido.

Lúcio, a força que você dá para as pessoas que tentam produzir algo por aqui é fundamental. No começo de tudo, existiu o seu apoio. E sem começo, você sabe, não há nada.

Linares, o meu primeiro padrinho. Até hoje não entendo como um cara tão culto e politizado como você gosta do que escrevo. Mas quem sou eu para questionar? Obrigado por ter me colocado nas prateleiras quando já pensava em desistir.

Marisa, a sorte em forma de mulher. Que bela idéia foi ter procurado por você. Espero que a nossa parceria continue por muito, muito tempo.

É isso, por enquanto.

Mas podem aguardar porque as lamúrias vão continuar...

Posted at 23:52 by spectorama ::

Sexta-feira , Agosto 06, 2004
Saindo do forno
Gustavo Mini Bittencourt, Guilherme Sapo Dable, Carmela Toninelo, Érika Pires Ramos, William Prestes, Marcelo Guidoux Kalil, Luís Augusto Fischer, Viviane Fontoura, Randall Neto, Ione Moraes, Gustavo Fischer, Eduardo Nasi, Alexandre Linares, Homera Cristalli, Jonas Lopes, Rodrigo James Moreira, Luiz César Pimentel, Lúcio Ribeiro, Fabricio Kassick, Olavo Rocha, Isabel Pacheco, Amanda Orlando, Vivian Wyler, Marisa Moura, Ticiano Osório, Roberto Cagliari Júnior, Débora Roth, Delfin, Daniella Ferreira, Ulisses Wermelinger, Cassiano Saldanha, Marcelo Costa, Tales Tommasini, Alexandre Matias, Eduardo Ramos, Erika Akemi, Nayara Rocha, Helena Rezende e todas as pessoas que estiveram ao meu lado enquanto esperava Cassino Hotel ficar pronto: ele ficou pronto. Hoje recebi a minha cópia e, não sei exatamente os motivos, mas eu fiquei mais emocionado do que quando vi o meu primeiro livro. Mas vou poupá-los do meu discurso piegas. Só quero dizer que o que devo a vocês não será possível pagar nesta vida. Só que sou um cara teimoso. Então, volto na próxima encarnação para agradecer mais e mais a todos vocês.

Posted at 23:07 by spectorama ::

Terça-feira, Agosto 03, 2004
Eu quero o seu endereço
Olha a maldade: Cassino Hotel está pronto. Sim, sim pronto. Impresso. Todo bonitinho. E eu só vou ganhar um exemplar daqui a umas duas, três semanas!

Mas a boa notícia é que terá lançamento em Porto Alegre e em São Paulo. Então, se você quiser ir em um dos dois (ou nos dois), mande um e-mail para mim com o seu nome completo e endereço. Aí você recebe um convite bonitinho.

Posted at 17:23 by spectorama ::

Segunda-feira, Agosto 02, 2004
Cassino Hotel
Eu já não agüento mais esperar.

E você?

Posted at 19:50 by spectorama ::

Dá para fazer uma pausa?
Certo. O trabalho enobrece o homem. Mas não tenho tanta ambição em ser nobre não...

Posted at 19:48 by spectorama ::

Do demo!
Hellboy é bom demais.

Só foi difícil dormir à noite. Tenho pesadelos até assistindo a Piratas do Caribe.

Posted at 19:46 by spectorama ::